Das Páginas para as Telas: Jane Austen [Parte I]


Jane Austen é considerada uma das mais famosas escritoras inglesas. Nasceu no presbitério de Steventon, Hampshire na Inglaterra em 1775. Começou a escrever em sua adolescência, quando produziu uma versão preliminar de Orgulho e Preconceito, intitulada Primeiras Impressões (1796-1797). O modo de vida e costumes da época lhe serviram de base para compor seus romances, que apresentam sátiras moderadas a respeito da sociedade, em especial às classes altas. Ela retrata seus personagens através de uma ironia divertida e sutil. As histórias são encenadas por meio de bailes, visitas, longas conversas e muitas fofocas, com humor refinado e diálogos impecáveis.




Suas obras são populares e lidas no mundo todo. Há diversas adaptações para peças de teatro, séries de tv, cinema e até mesmo livros que se inspiraram em suas histórias e personagens. Nessa coluna apresentarei algumas das adaptações de séries e filmes que foram baseados em suas obras. (Como há muitas adaptações resolvi dividir essa coluna em duas partes).

Bloguices: Tag Literária- Meios Extraordinários


Hoje resolvi responder uma tag literária bem bacana, que consiste em responder seis perguntinhas rápidas a respeito de livros, é claro <3 Fui marcada pelo blog Histórias Literárias.  

1 - Eu ficaria 1 mês sem internet, se pudesse ter a edição autografada de qual livro?

O Hobbit <3


2 – Eu ficaria 1 ano sem comer pizza, se pudesse sentar ao lado de qual autor durante um voo longo?

Resenha: Histórias Extraordinárias [Parte II]


Histórias Extraordinárias
Autor: Edgar Allan Poe
Editora: Abril
436 páginas

Em 1848, Contos do Grotesco e do Arabesco, foi publicado na França como Histórias Extraordinárias, por Baudelaire. Foi originalmente publicado em dois volumes e consiste em 52 contos. A edição da Abril apresenta apenas 16 contos, essa resenha foi dividida em duas partes, sendo esta a segunda. Foi abordado os contos: “A Queda da Casa de Usher” “O Gato Preto” na parte I (AQUI)“Manuscrito Encontrado Numa Garrafa” e “Os Crimes da Rua Morgue” na parte II.


Manuscrito Encontrado Numa Garrafa: O conto é relatado por um narrador anônimo (que também é protagonista da trama), ex-negociante de antiguidades que já viajou, durante anos, por várias terras estrangeiras. Com intuito de navegar, desta vez, como um mero passageiro em busca de um passeio, ele decide embarcar no porto de Batávia, na ilha de Java, para conhecer as ilhas do arquipélago. O narrador relata sua terrível experiência por estes mares e os estranhos acontecimentos que o cercam.

Resenha: Histórias Extraordinárias [Parte I]


Histórias Extraordinárias
Autor: Edgar Allan Poe
Editora: Abril
430 páginas

O pilar de toda prosa de Edgar Allan Poe se sustenta em características de elementos do estilo gótico e do desespero e obscuridade da natureza humana, ou seja, os aspectos mais sombrios das mentes de seus personagens, tais como alucinações, mentes inquietas e perturbadas, personagens neuróticos que enfrentam a dualidade de sua personalidade. As histórias são ambientadas em cenários melancólicos e frios. A morte, o fatalismo e o mergulho no lado desconhecido da alma humana  são características fortes das histórias de Poe. A impressão de realismo é criada dentro do irreal. Sua influência estendeu-se à poesia simbolista, à ficção científica, ao romance policial moderno e psicológico. Em 1848, Contos do Grotesco e do Arabesco, foi publicado na França como Histórias Extraordinárias, por Baudelaire. Foi originalmente publicado em dois volumes e consiste em 52 contos. A edição da Abril apresenta apenas 16 contos, vou dividir a resenha em duas partes para, assim, abordar quatro contos: “A Queda da Casa de Usher” e “O Gato Preto” na parte I, “Manuscrito Encontrado Numa Garrafa” e “Os Crimes da Rua Morgue” na parte II.


Ao trabalhar o lado obscuro da natureza humana, Poe despertou sentimentos de terror e horror àqueles que leem suas obras. Através de seus contos macabros, explorou detalhes oníricos sombrios, com pessoas enterradas vivas, cadáveres que ressuscitam, lares em decadência e personagens com tormentos psicológicos.

Dicas da Eloise: Livros de Detetive


Se tem uma leitura que eu amo de paixão são histórias que contêm enigmas para decifrar, um quebra-cabeça para solucionar e um delicioso mistério para desvendar. Nessa coluna pretendo abordar os famosos livros de detetive e dar algumas dicas legais tanto de obras de autores precursores do gênero como também os mais atuais.


O gênero de ficção de detetive (como gênero autônomo) teve como pioneiro o norte-americano Edgar Allan Poe, no século XIX, com o conto  “Os Assassinatos da rua Morgue”, cujo herói detetive utiliza sua observação, dedução e intuição para solucionar um assassinato. Entre 1852-1853 temos “A Casa Soturna” de Charles Dickens, onde o inspetor Bucket examina diversos suspeitos durante a investigação de um homicídio, e em 1868 temos “A Pedra da Lua” de Wilkie Collins, que foi a primeira obra completa de detetive escrita em língua inglesa. Normalmente, no centro dessas histórias está o detetive, que é sempre retratado como uma pessoa muito inteligente, observadora, dotada de habilidades, cujos pensamentos e intuições estão sempre a frente de todos na trama.

Resenha: O Último dos Canalhas


O Último dos Canalhas
Autora: Loretta Chase
Editora: Arqueiro
304 páginas

Durante várias gerações, os Mallorys eram vistos como canalhas notórios de nascença. Isso porque eram homens devassos, entregues a luxúria, perversos e encrenqueiros. Entretanto, com o passar do anos eles se tornaram mais, digamos assim, civilizados. Claro que em toda família tem sua exceção e nesse caso temos Vere Alywin Mallory, considerado o último canalha da família e o atual duque de Ainswood.


Vere é um verdadeiro devasso, não liga pro seu título e não se preocupa de se comportar ou estar apresentável como um nobre. Seu nome sempre está envolvido em fofocas e é considerado uma vergonha para alguns de seus familiares. Mallory aprontava desde jovem, quando estudava em Eton e era parceiro de crimes ao lado de Sebastian Ballister, conhecido como Lorde Belzebu (protagonista do livro “O Príncipe dos Canalhas) e do visconde de Wardell. A maioria dos membros da família Mallory morre muito cedo, por isso Vere presenciou diversos funerais, inclusive de algumas pessoas que ele considerava e amava muito, e é devido a essas perdas que ele acabou se tornando duque, depois de presenciar vários enterros, era a vez dele assumir o maldito título.
Topo